Google Mobile First Index: a nova forma do Google indexar conteúdo

Postado em 19 de dezembro de 2018 por Agência WEBI na categoria Leitura obrigatória

Tempo de Leitura:
Quantidade de palavras:

É muito importante você ficar por dentro do assunto para criar as melhores estratégias de SEO para o seu conteúdo.

E aí?! Vamos falar um pouquinho sobre Google Mobile First Index?

Então… “bora lá!”

 

Sem sombra de dúvida, de algum tempo para cá, a nossa rotina na internet – em boa parte do tempo – acontece nos dispositivos mobile: smartphones e tablets.

Pesquisas, navegações e tudo mais que fazemos no Google via plataformas móveis gera indexadores que atuam diretamente no “rankeamento” de todo o tipo de conteúdo.

Agora, o legal [e perigoso ao mesmo tempo] é que o “rankeamento” do Google dependerá da versão mobile do seu site.

Os primeiros rumores sobre essa nova forma de indexação do Google que analisa o comportamento dos conteúdos criados para plataformas móveis surgiram em 2016.

Pode ser que de lá para cá, alguns testes tenham acontecido e implicado negativamente no desempenho e eficiência do desktop, mas até onde se sabe, estamos ainda no campo das conjecturas.

De qualquer forma, é bom estarmos preparados para não sermos pegos de surpresa. A estratégia de inbound marketing deve começar desde já!

 

[Muita calma nessa hora], não precisa se desesperar antes do tempo!

 

O que é e como funciona a indexação do Google?

Os robozinhos do Google, os famosos bots, investigam que nem “gente grande” o seu site, investigam mesmo, vasculham a fundo, atrás de informações do seu conteúdo, da sua programação, do seu SEO – enfim, de tudo.

Todas essas informações serão relacionadas ao seu domínio. Para isso damos o nome de indexação. É essa compilação de dados sobre o seu site que mais tarde o colocará em posição de destaque no ranking de buscas… ou não!


Quais são as alterações com o Mobile First Index

Até então, as indexações realizadas pelo Google eram estritamente baseadas na versão desktop do site. Com isso, alguns usuários percebiam prejuízos, mas não entendiam o porquê.

Isso tudo acontecia porque desktop e mobile não “conversavam” 100% quando o assunto era conteúdo. Havia uma diferença gritante entre os conteúdos das duas plataformas. Não em relação ao teor, mas na dificuldade que os bots tinham na hora de identificar alguns conteúdos, tendo em vista algumas incongruências no projeto – tanto em layout quanto em programação.

 

Resumo da ópera: a partir de agora, com o Google Mobile First Index, o mobile e o desktop terão, obrigatoriamente, que caminhar juntos. Um mobile mal desenvolvido impactará diretamente nos resultados do desktop, consequentemente, o tráfego do seu site “pagará a conta”.

 

“Sabe quando as métricas do Analytics para um determinado site despencam sem o menor motivo aparente? Leve em consideração que isso já pode ser efeito do Mobile Index”

 

Assim como em qualquer plataforma, rede ou mídia que contempla milhões de usuários e seguidores ao redor do mundo, os processos de atualização de versão ou implementação de recursos acontecem de maneira gradual, escalonada e seguindo as tendências do marketing.

Mesmo que o Google seja o “bambambam” dentre boa parte dos temas relacionados ao universo digital – até para ele, essa integração simbiótica entre desktop e mobile é um desafio. A estratégia da empresa é fazer com que os bots responsáveis por minerar os dados dos sistemas móveis sejam capazes de promover uma varredura tão eficaz quanto a dos desktops.

É assim que, aos poucos, a eficácia da nova indexação vai sendo testada, até para não ocasionar o que [até então] vinha acontecendo – perda de relevância dos sites nos desktops.


O que acontece agora?

Em um primeiro momento, o Google analisará os sites que já estão preparados para o mobile, que promovam boas experiências aos clientes, os indexando.

O que poderá originar dois efeitos:

1- Duas versões distintas do Search Engine Results PageSERP: uma para mobile e outra para desktop.

2- SERPs distintos para users diferentes: users receberão de maneira aleatória as versões mobile-index ou desktop-index.


Na sequência, as indexações acontecerão exclusivamente para a versão mobile do site.

O que precisamos saber é que a Google fará todos os testes possíveis e imagináveis (em escalas reduzidas, progressivas e graduais) até que se tenha resultados satisfatórios quando o critério for experiência do usuário.


[Eita] eu não tenho um site mobile, e agora? “Em que mundo você vive?” … “brincadeirinha!” 😉

De qualquer forma, o Google continuará realizando – exatamente – as mesmas rotinas de avaliação e indexação do seu site pela versão desktop, mesmo que o mobile bot esteja “frenético” indexando os sites de plataformas móveis.

Mas… não perca tempo!!! Comece agora a investir no mobile, dentro de um planejamento lógico e racional que não prejudique o andamento (desempenho) do seu site atual, muito menos – comprometa a capacidade produtiva dos seus profissionais. [Just do it!]

“Os seus concorrentes certamente já estão pensando no assunto e quem sair na frente ganhará a corrida”


O que de fato está acontecendo com o meu “rankeamento”?

Essa não é uma resposta exata. A resposta é depende. O resultado do seu “rankeamento” será diretamente proporcional à eficiência das suas estratégias de SEO, bem como design e produto.

Páginas mobile que sempre se preocuparam com boas estratégias de SEO, layouts responsivos e boa velocidade de carregamento, fora conteúdos espelhados (desktop e mobile), não precisarão se “descabelar” ou perder “noites de sono”. Estarão – quase – prontos.


A pergunta que não quer calar…”Por que o Google está fazendo isso?”

Simples – a utilização do mobile a cada dia que passa se torna mais evidente, por vezes, substituindo integralmente o desktop. Mas não é isso ainda o que ocorre – para todas as situações.

Então, por uma simples questão lógica, dentro em breve, o mobile será o “carro-chefe” na hora de o Google indexar conteúdos.


A WEBi, sua parceira de negócios em marketing digital, te diz o que fazer quando o assunto é Mobile First Index…

1- O seu site precisa obedecer ao conceito de mobile-friendly: para o Google, sites responsivos, com layouts adaptados e ajustados para a melhor experiência do usuário (que não sejam desktops), com conteúdos relevantes e de qualidade espelhados [full] no site matriz perceberão maiores possibilidades de êxito quando indexados e “rankeados”.


2- Velocidade de carregamento das páginas

Accelerated Mobile Pages é o termo em inglês para – velocidade de carregamento das páginas do seu domínio. É muito importante que seja alta. Estatisticamente, 53% dos usuários abandonam páginas que demoram mais de 3 segundos para carregar, o que não ocorre na prática. A maioria dos sites demora, em média, 19 segundos para carregar o seu conteúdo.

Queremos dizer que a velocidade de carregamento das páginas é quem definirá se o visitante consumirá ou não o seu conteúdo. Em caso negativo, a taxa de rejeição (bounce rate) aumentará.

Um tempo de carregamento ideal, levando em consideração a taxa média dos sites na internet, é de 5 segundos. Esses sites apresentam 35% a menos de taxa de rejeição e 70% de ganho na duração das sessões.


3- Conteúdo espelhado para as duas plataformas

Sites – e muitos atépublicam conteúdos distintos ou ajustados para cada plataforma: mobile e desktop. Via de regra, conteúdos para desktop são mais completos. É aí onde mora “o perigo”! Provavelmente, com o novo formato de indexação do Google, sites que trabalham seus conteúdos de maneiras díspares terão péssimo “rankeamento”.

A WEBi resume: lembre-se de gerar o mesmo conteúdo, empregando as mesmas técnicas de SEO, grifando títulos e subtítulos, “hiperlinkando” palavras-chave interna e externamente, criando chamadas estratégicas, etc. Estruture bem os conteúdos para as duas plataformas.


4- Entendendo melhor o seu site

Em estratégias bem elaboradas de SEO, assim como no inbound marketing em geral, precisamos “enxergar” o que realmente acontece no seu site – do ponto de vista da experiência do usuário e como a plataforma responde às suas demandas.

Para que esse diagnóstico seja possível, existe uma ferramenta ótima que mostrará os pontos a serem melhorados e otimizados, mantendo assim, uma excelente indexação do site. Essa ferramenta é o Google Search Console.


A WEBi recomenda: esteja atento e preparado!

Como abordamos ao longo do artigo, quem estiver preparado, “jogando nas duas” – desktop e mobile – não ficará para trás quando o novo modelo de indexação do Google – Mobile First Index – estiver a mil.

Não saia por aí correndo e fazendo loucuras, tenha calma… e planeje-se!

O Google pensa sempre – em primeiríssimo lugar – na experiência do usuário. Ou seja, a cada dia, novas ferramentas são desenvolvidas e implementadas para otimizar suas plataformas.

Se a sua estratégia de marketing digital depender diretamente dessa nova indexação do Google, corra e trabalhe muito! Todos os esforços direcionados ao Mobile First serão recompensados no futuro [próximo] com bons “rankeamentos”.

 

E você, já tem uma estratégia definida para a sua plataforma mobile? Não vai querer que os seus concorrentes saiam na frente, “né?”. Então #vemprawebi e converse com os nossos Heróis. Com os nossos Super Poderes, apresentaremos as melhores soluções para o seu negócio.